
És o solo de nossa vivencia
oh,serpente esplendorosa
que com a pureza de uma rosa
faz seu ciclo em dormência
Incessante e inconsequente,morre.
Renascendo triunfante
Onipresente,eternamente dorme
acordando de instante em instante
A areia que cai da ampulheta
Leva consigo dimensões de desertos
Dia após dia,só o fim é o certo
E não há redenção à ninguém que à remeta
Morre o dia para nascer a noite
Morre a noite para que nasça o dia
A vida passa feito um açoite
que só se sente na calmaria
Que sejas dor,assim então
Mas ensina-me em meu viver
Que enquanto ainda houver um chão
terei caminhos a percorrer
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