Morres ao afogar-se nas mentiras que te contam
Morres ao renegar o libertino poder do pensar
Morres ao temer os que te confrontam
Partes sem teus vestígios deixar
Morres pela necessidade de esconder
Esse medo doentio de teu eu
A negação do ser, a abdicação de ser
Tomaram de conta oque era teu
Agora se vê nu de realidades sinceras
Crês no que não sabes, estás a esperar
O que te prometeram, que iriam te dar
Não estranhas? Viverdes em eternas misérias...
Ao ócio estás entregue
Tuas bases são de barro e mais que nunca estão rachadas
A fria lamina do silencio te persegue
E tua obediente estadia se vê acabada
És o próprio “diabo” que amaça teu pão
Um ser de mente roubada
Morres sempre que não pensas
A cada respiração dada,morres de ti pra nascer bufão...

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