Eis a hora que nos tornamos um, o calor em nossos corpos
grita a vontade de termos um ao outro, é mais forte do que qualquer luz
corrompida do mundo sujo que por hora mantemos apagado, os prazeres mutuam-se,
a respiração ofegante nos ouvidos, palavras de prazer, juntam-se ao suor e ao
barulho de uma cama a bater contra a parede de um quarto escuro, deixam em um frenesi selvagem
aqueles cujos extintos da real natureza se dão por libertados. Eis o momento em
que matamos nossos pudores, somos deuses provando da mais pura essência vital,
não deuses de servos, mas senhores de nós e do momento, é uma dança, o falo é
encoberto pelo manto da vida e no ritmo desta musica abstrata, mas excepcional,
dançam os corpos e as mentes desses que enxergaram um no outro o prazer da
carne, o verdadeiro instrumento de cobiça
entre os homens...

Foda!
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